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Indecência

Os olhos virgens da ignorância
Não ver como é belo o seu versejar
Uma fuga juvenil de braços abertos
Quase um ataque cardíaco fulminante

Minaretes em chamas tecidas com ouro
E uma dança repetitiva no salão principal
Você é tão indecente!
Nem o diabo dormiria ao seu lado esta noite

Nunca era o mesmo jeito feroz e gentil
Sempre queria um pouco mais de indecência
A liberdade se tornou tão vazia desta vez
Que não me arriscarei entre as luzes dos carros

Dias luminosos e noites inesquecíveis
Paris é prova de tal imoralidade
Você é tão indecente!
Que não mudaria o seu nome por mim
Nem se eu pedisse por favor?
Lenilson Alpino
Enviado por Lenilson Alpino em 06/10/2006
Código do texto: T257402
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Sobre o autor
Lenilson Alpino
Maceió - Alagoas - Brasil, 29 anos
64 textos (3014 leituras)
8 áudios (372 audições)
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Lenilson Alpino