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toda vez

“toda gente tá contente
toda gente quer cantar...”

toda vez que eu te vejo
toda vez quero te olhar
pra saber se vou me achar
no que espera o teu desejo

toda vez que não te vejo
fico logo a imaginar
que eu não ia alcançar
tudo aquilo que almejo

um lampejo de alegria
uma réstia de esperança
toda vez que te alcança
a minha mão suada e fria

pois se tenho a primazia
toda vez de te tocar
quero que essa alegria
nunca vá me abandonar

tu me olhas e eu me espanto
toda vez que te percebo
com o sorriso que dá medo
de tão grande que é o encanto

no encontro do teu canto
toda vez que te escuto
nunca o alarido bruto
mas o som do acalanto

e toda vez que não conversas
teu silêncio é uma rima
e o que quer que tu me peças
sem palavras me anima

porque logo adivinho
o que vai na tua mente
toda vez que o teu carinho
no sorriso está presente

e isso chega à toda hora
toda vez que eu te vejo
se não é isso, ignora
mas pra mim é o que desejo


Rio, 14/10/2006
Aluizio Rezende
Enviado por Aluizio Rezende em 15/10/2006
Código do texto: T264637

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Sobre o autor
Aluizio Rezende
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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