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A FADA!


A FADA!

O espelho das águas
Reflete o teu olhar,
Os musgos das margens
Acalenta o teu pisar.

O sereno da madrugada
Ameniza o teu desfilar
Abrindo as cortinas
Para te deixar entrar!

O cenário do riachinho
Recebe da manhã à luz!
Enquanto tu, de mansinho:
Ao riacho doma e seduz!

Os seixos no fundo d’ água
Colidem com insistência
Querendo fazer pirâmides
Pra verem a tua inocência.

As gavinhas dos cipós
Desenrola-se pelo chão
Querendo ornar o teu pé
Com adornos de afeição.

A água flui mansamente
Tilintando na margem,
Retardando o prosseguir
Domada por tua imagem!

Saltitando na ramagem,
Pássaros fazem gorjeios,
Disputando bons lugares
Sem terem de ti receios.

Nas arestas do alcantil
O sol aparece radiante
Trazendo maiores luzes
Àquela cena inebriante!

O restinho da madrugada
Sai do cenário pesaroso,
Recua pra  noite findante
Deixando-te... Lamentoso!

Curvada sobre as águas
Fazes vênia à natureza
E, essa... Embevecida!
Vai refletir a tua BELEZA!
S.A. Baracho.

Sebastião Antônio Baracho Baracho
Enviado por Sebastião Antônio Baracho Baracho em 18/10/2006
Código do texto: T267466
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Sobre o autor
Sebastião Antônio Baracho Baracho
Coronel Fabriciano - Minas Gerais - Brasil, 79 anos
421 textos (19432 leituras)
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Sebastião Antônio Baracho Baracho