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Em alguma poesia

 Por mais que eu tente despertar em mim,
 O que eu tenho de mais maravilhoso,
 Começam a surgir barreiras,
 E eu ignoro, ah eu quase morro,
 Mas morrer agora nao é exatamente o que preciso,
 Pois o meu unico convivio será o meu tesouro.

 E ela precisa de mim, ambos exatos,
 Um amor raro, limpido, tao castiço.
 Porque ama-la ja é insuportavel,
 Sim, ela é adoravel, meu apaixonante vicio,
 E eu concordo em lutar, mesmo sem armas,
 Ja tenho garra, Deus bem sabe disso.

 Eu só queria crer que o meu defeito é perdoado,
 Por ela, e pra ela desejo ser assim,
 Eu sei que agradar a todos, ser o par perfeito,
 É inadmissivel, mas o que posso fazer de mim?
 Se eu nasci com este dom,
 Magistral não, tenho meus enfins...

 Se eu pude me perdoar por isto, eu consegui,
 A dor dos demais nao me aceitarem, ah que a mim tão dilacera,
 Se tenho algo para provar que me falem,
 Mas que eu me cale, e o que tanto espera,
 Possa ocorrer em um futuro,
 Onde as agonias nada impera.

 Ah eu te Amo senhorita,
 Sem inveja, sem piedade, com veemência,
 Entao minha querida, mesmo que eu seja destas proporções,
 Sendo homem tambem, peço a vossa condolência,
 Que eu te mostro que maior ainda é o meu Amor,
 Que supera todo este meu pavor, em tamanhas potencias!
Poet
Enviado por Poet em 19/10/2006
Código do texto: T268280
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Sobre o autor
Poet
Campinas - São Paulo - Brasil
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