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Poema das últimas horas

Neste improviso de palavras choradas,
Que sao tiradas da mente e permeiam aqui,
O mundo contempla o meu amor,
Causando inveja e dor, a tantos olhos em si,
E jamais entenderão que o meu amar é maravilhoso,
Amar é estar sem ela, mas sabendo que possui,
Amar é acreditar que há uma distancia,
Pois que tão facilmente sera quebrada,
Amar é sonhar que o futuro pode ser tenebroso,
Mas se for honroso é o que importará,
Se terei que aceitar a solidão, então,
Que eu jamais pare de acreditar,
Que amar também é sacrificio,
Nem tao pouco um oficio, quem dirá?
Saberei aceitar a derrota, como homem,
Portanto o meu nome, será notório,
E se eu me entregar, que suportem.
Desejarei-vós sorte, sendo inglório.
E que eu peque, e que eu fuja; de mim.
Entretanto do amor que se faz presente,
Ele sempre estará daqui, percorrendo extremidades,
Distruindo barreiras, navegando a cobiça matreira,
Sendo o que eu sou.
Sendo o que eu nasci,
Sendo o mesmo.
Até o fim.
E aos hostis de coração, meu desejo,
Aproveitem o ensejo, é o momento da superação.
Poet
Enviado por Poet em 20/10/2006
Código do texto: T268867
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Sobre o autor
Poet
Campinas - São Paulo - Brasil
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