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Sexo

A boca em branco se abre – liberta de preconceitos.
Aquieta-se fértil, febril.
O verso em si perverte-se.
Sente o cheiro de querer úmido.
Língua desmesurada.
Fala ditatorial.
E diz o desejo, tingindo a pele com enérgico vulcão:
VEM!
Sérgio Caldeira
Enviado por Sérgio Caldeira em 31/12/2010
Código do texto: T2701089

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Sobre o autor
Sérgio Caldeira
Itapecerica da Serra - São Paulo - Brasil
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Sérgio Caldeira