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BOAS NOVAS

Estou sem paciência
De esperar amanhecer
Resolvi pedir clemência
Antes que eu venha a me arrepender

Não vou esperar nem mais um segundo
Quero as boas novas contar
Poder gritar pro mundo
Estamos nós a nos amar

O que parecia distante
Talvez inconcebível
Transformou-se em um semblante
Cheio de amor, quase irreconhecível...

Eu que não apostava mais nisso
Foi pega quase de surpresa
Quando chegaste como feitiço
E me tornas-te tua presa

Cativo de ti está agora
O meu coração que por amor implora
O meu corpo que o teu explora
E minha alma que de a alegria chora

Nesses estantes mágicos de tanto querer
Somos apenas um nessa entrega
Agora será sempre só eu e você
Não existindo exceção a essa regra

E agora quando o sol raiar
Não estarei sozinha na cama
Ainda sentirei seu perfume no ar
E o calor do seu corpo que me ama

Bem, agora que as boas novas contei;
Posso voltar a dormir
Esperando um novo porvir
Descobri, tudo isso foi o sonho que sonhei.

Quem foi que disse que os sonhos
Não podem virar realidade
Nunca mais meus olhos serão tristonhos
Você me presenteou com a felicidade...

Com os olhos fechados caminhei
Em sua direção por toda vida
E com eles bem abertos me entreguei
A você que me fez tão querida.

E acabando com minha impaciência
Já que ao mundo nosso amor declarei
Retorno a minha demência
Ah... Foi um sonho, acordei...


LoucaporPoesia
Enviado por LoucaporPoesia em 22/10/2006
Código do texto: T270423

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Sobre a autora
LoucaporPoesia
Casimiro de Abreu - Rio de Janeiro - Brasil, 53 anos
524 textos (104803 leituras)
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