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Outra vez você

E das cinzas resurge
Nada mudou
A locura e o modo inconseguênte aumentou
Os desejos são os mesmos
Os defeitos iguais
E o mesmo jeito de não perceber o meu sentimento
Não me compreendendo e sem enxergar
Ha e nossos corpos como se entendem
Sem notar
Se entrelaçam
Fazendo a gente suspirar
Foi então que percebi
Que ainda sou apaixonada por ti
Nem o tempo pode te apagar
A dor desse amor que não teve como se realizar
Ainda habita aqui em algum lugar
Te rever foi bom
Também tudo mais que a gente passou
Só espero não te amar como um dia amei
Pois sei que o sofrimento sentirei
Borboleta da noite
Enviado por Borboleta da noite em 03/11/2006
Código do texto: T280800
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Sobre a autora
Borboleta da noite
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 30 anos
320 textos (14224 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 17:59)
Borboleta da noite