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Y como decirte-----E como dizer-te.

Y como decirte…

Que vestida de grises

mi nostalgia echó raíces.

Sin hallar tus brazos,

sobre un sueño de papel

el silencio corroe mi desnudez…

Y yo inerme sin alegrías

de a poco la nostalgia quema mis días.

Y como decirte…

Que mi tiempo se congeló

trenzando mi inspiración.

Mi espíritu que anidaba en cada flor.

A orilla de tu corazón

me cobija un lánguido sopor.

Entristezco ante tu abandono.

Ante la distancia que fatiga.

Ante las mil frases que sellaron tu despedida.

Ante la desesperación preguntándome…

¿Qué pasó con la utopía

cargada de promesas que nos dijimos aquel día?

Quiero romper el hiriente silencio.

Romper el rocío del verso.

Romper el lazo que me ato a tu pecho.

Ante la dolorosa realidad que no quiero mirar.

Al cielo imploro…

Que mis lágrimas no naufraguen en el abismo de tus ojos.

¿Por que me quedo callada,

cuando quiero sentir tu voz?

¿Por que tanto orgullo interpuesto entre tu y yo.?

Nunca supe en que momento la oscuridad nos desvaneció...

Y tus recuerdos siguen aquí…

En este poema incompleto que hoy escribo para ti.

© Noris Roberts

E como dizer-te…

Que vestida de cinzas

minha nostalgia jogou raízes.

Sem achar teus braços,

sobre um sonho de papel

o silêncio corroe minha nudez…

E eu inerme sem alegrias

da pouco a nostalgia queima meus dias.

E como dizer-te…

Que meu tempo se congelou

trenzando minha inspiração.

Meu espírito que anidaba em cada flor.

A orla de teu coração

me cobija um lánguido sopor.

Entristeço ante teu abandono.

Ante a distância que fatiga.

Ante as mil frases que selaram tua despedida.

Ante o desespero perguntando-me…

Que passou com a utopia

carregada de promessas que nos dissemos aquele dia?

Quero romper o hiriente silêncio.

Romper o orvalho do verso.

Romper o laço que me ato a teu peito.

Ante a dolorosa realidade que não quero olhar.

Ao céu imploro…

Que minhas lágrimas não naufraguem

no abismo de teus olhos.

Por que fico calada, quando quero sentir tua voz?

Por que tanto orgulho interposto entre teu e eu.?

Nunca soube em que momento a escuridão nos desvaneceu...

E tuas recordações seguem aqui…

Neste poema incompleto que hoje escrevo para ti.

© Noris Roberts




 

Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 04/11/2006
Código do texto: T281794
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 48 anos
135 textos (2622 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 15:08)
Noris Roberts