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Minha paz

Minha paz

Eu estou doente
Com qualquer coisa eu me comovo
Tenho ciência, todo dia é diferente,
Uma oportunidade pra muita gente,
Mas pra mim não há nada de novo

Eu estou a gritar
Sinto-me no gume do descontente
Tenho profundos abismos no olhar
Uma amarga relação com o verbo amar
Somente a desventura me é pertinente

Estou a fenecer
Sou um Ente sem definição, um sem Lá
Poço de aflição, uma boca a se morder...
Cada parte de mim é uma chama a arder,
Um encontro com o nunca se encontrar

Por isso, mas não só,  mas por muito mais,
Queria, antes de Partir, encontrar Você
Para uma vez inspirar tua áurea, Te dizer
Que, se pudesse, você teria sido minha Paz,

E eu não teria sido a sinonímia do Sofrer...
Sebastião Alves da Silva
Enviado por Sebastião Alves da Silva em 07/11/2006
Reeditado em 08/11/2006
Código do texto: T285068
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Sebastião Alves da Silva
Imperatriz - Maranhão - Brasil
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Sebastião Alves da Silva