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Poema 0874 - Apóstolo



 

 

Apóstolo do meu templo,

sou o universo que gira em torno da vida,

o caminho que escolho pela manhã,

o deus, ''eu'' o deus de meus atos.



 

Examino meus pensamentos e não juro,

jamais me permito desafiar a força do céu,

quão forte eu seja,

quão desejoso é o pecado que me toma.



 

Meu corpo, altar da minha consciência,

terra que habita minhas vontades,

o louco ''eu'' que provoca delírios,

a imagem do meu criador ou do meu inimigo.



 

Volto meus olhos ao espaço, a visão se perde em azul,

acendo o sol com a mesma mão que acaricio a lua,

assim dôo meu coração para o amor eterno,

até um dia, voltarei outro, homem e deus.



 

Apóstolo do meu templo,

examino meus pensamentos e não juro,

meu corpo, altar da minha consciência,

volto meus olhos ao espaço, a visão se perde em azul.



 

Sou o universo que gira em torno da vida,

jamais me permito desafiar a força do céu,

terra que habita minhas vontades,

acendo o sol com a mesma mão que acaricio a lua.



 

O caminho que escolho pela manhã,

quão forte eu seja,

o louco ''eu'' que provoca delírios,

assim dôo meu coração para o amor eterno.



 

O deus, eu o deus de meus atos,

quão desejoso é o pecado que me toma,

a imagem do meu criador ou do meu inimigo,

até um dia, voltarei outro, homem e deus.



08/11/2006
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 08/11/2006
Código do texto: T285768
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas