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Lavrador

À tarde o silêncio entra acalmando coração,
Mas há um resquício do sol poente
Onde o desespero agora é paixão.

O galo bate as asas e canta
À companheira loira ou morena
E nos verdes galhos das árvores
A coruja seu canto também principia.

Seu canto estremece o lavrador
Mas ele mostra em movimentos
A felicidade de sentir-se livre
No pensamento quase sonhador.

O dia todo o lavrador trabalhou
Muito, desde a madrugada anterior!

Entre as flores o lavrador descansa,
Para no outro dia acordar, talvez carente
De ajuda, mas cheio de esperança, paz e amor.
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 12/11/2006
Reeditado em 12/11/2006
Código do texto: T289119
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso