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BILHETES PRA NINGUÉM

(com Alexandre Mattos)



Te dei amor, te dei coberta
de Neruda roubei a frase certa
tentei voltar, recomeçar
te pegar na mão, te levar pro altar
incenso e flores pra te esperar
promessa fiz a Iemanjá

Mas nada deu certo, eu tentei
o mar sabe o quanto chorei
só eu sei o que caminhei
só eu sei
do mel e do fel já provei
maré sabe o quanto esperei
só eu sei o que caminhei
só eu sei

Te fiz canções, desenhei teu kin
te falei do tom que fostes pra mim
tentei mostrar que era tudo azul
que era teu norte neste nosso soul
desenhei teu rosto tanta noite inteira
bilhetes pra ninguém na geladeira.
Duda Keiber
Enviado por Duda Keiber em 13/11/2006
Código do texto: T290120
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Sobre o autor
Duda Keiber
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 37 anos
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Duda Keiber