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Poema 0881 - Imagine amor



 

Imagine o amor insensível,

não em meu corpo,

insensível como outros são,

imagine sem sonhos, sem noites,

abandonada sem meus braços ou outros.

 

 

Voltei a sonhar e não a imaginar sonhos,

amo e amarei até um dia, não sei quando,

sempre tenho motivos, os consigo em mim,

às vezes calam as vozes, só às vezes,

meu amor é mais profundo, em silêncio, amo.

 

 

Não quero ser uma montanha no meio da cidade,

apenas um homem apaixonado pelo amor,

sem chuva, sem nuvens negras,

quero estar pronto quando ela chegar,

qualquer dia, qualquer hora, não qualquer amor.

 

 

Imagino uma mulher sensível, sonhadora,

como eu, amante, amar sempre, amor verdade,

assim quero viver meus restos de dias,

fica a lembrança para quando meus olhos não brilharem,

o amor é luz que não se apaga.

 

 

Amo a surpresa de querer cada dia mais,

o amor são tatuagens invisíveis na pele, nos membros,

imagino ser o último romântico,

como imaginei a mulher dos meus sonhos,

nas minhas poucas e loucas maneiras de imaginar amor.

 

 

13/11/2006

Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 13/11/2006
Código do texto: T290176
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas