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Amor, amor, amor...

Se é assim que me queres amor,

Porque não vens?

Sabes que cada fio deste cabelo

que banho ao mel

a ti pertence.

E todas as vestes ,

que queimam no calor do meu corpo,

são para provocar-te,

para que anseie despi-las...

Minha boca?

Não são para outro propósito,

senão para que sufoques os gemidos

com teus beijos ardentes.

Jamais te faltarei,

enquanto me quiseres em ti

Sei que nada sabes da luz,

visto ser você, a própria,

farol dos meus caminhos,

luzeiro da minha vida...

E porque me aceitaste como sou,

defeitos e fraquezas, muitas!

Eu o amo ainda mais...

E provo-te de uma vez para sempre

que o que sinto,

sobrepõe-se as forças humanas...

Fogo que não se apaga

luz que se propaga

Tempo que não tem fim.

 

Silvana Cervantes
Enviado por Silvana Cervantes em 18/11/2006
Código do texto: T294456
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Sobre a autora
Silvana Cervantes
São Paulo - São Paulo - Brasil, 50 anos
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Silvana Cervantes