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Sete anos de solidão

É mesmo assim? Eu não sei, e quem sabe ?,
Como eu posso descobrir o tamanho da razão, se tudo o que quero é dormir,
Sem vida, palavras sem sentido, é uma voz tão firme, são palavras tão duras, o grotesco perde o sentido,
Eu não amo, que esta desfeita, mas me apaixono todos os dias, apenas o antigo, tudo o que esta perdido, retoma o sentido, para frente, sempre em frente,
Minha voz muda de tom, o que eu fui hoje, não serei amanhã, mas não passa, e nem acaba, utopias, dias e dias,
O normal é o exagero, e ontem, parece tanto tempo, o tempo parece tão pouco, acaba todos os dias, sobra apenas um vazio, e também uma esperança,
E eu aqui parado, eu que não sei perder, me perco, e não me encontro, no meu espelho o reflexo de um desconhecido, meu melhor inimigo,
Eu não sei quem não sou, nem tão pouco sei quem você não é, pouco não sei, só não sei do saber,
Fogo no céu, mar nas estrelas, um anjo me abraça, e eu não sei,... não sei, guardo nos olhos, as luas, que te roubei, no fim de uma utopia, te olhava, e você sorria, triste melancolia, tentativas, covardia, te olhava e você não mais sorria,
Tentativas,... não sabe me dizer, me disse sem saber, me deixa no teu bolso, mas não esquece de devolver,
Encontrei o meu reflexo no teu espelho, espelho que quebrei, são sete anos de solidão, cacos por todos os lados, e um corte no coração.
Leo Magno Mauricio
Enviado por Leo Magno Mauricio em 30/06/2005
Reeditado em 13/09/2005
Código do texto: T29639
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Sobre o autor
Leo Magno Mauricio
Guarulhos - São Paulo - Brasil
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Leo Magno Mauricio