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À MINHA DOCE LOUCURA DAS MANHÃS

À MINHA DOCE LOUCURA DAS MANHÃS.


Stella:


Menina cheia de graça
Tu me encantas
No sorriso, eu não sei onde
Quero chamar-te de Estela
Diferente de outros nomes
Doce criatura
De infinito carinho
Não sei se são os teus cabelos
Ou os teus atrevidos olhinhos
Que me enchem de frêmito de amor
Não passaria um dia sem tê-los
Meu pequeno pedaço de pecado bom
Contigo quero me confessar
Mas, não ouves o murmúrio humano
Só porque quero te amar
Amar-te querendo
Até nos confins
Será que amar querida
Ainda é um doce engano?
Não é o que eu vejo
No teu meigo e doce olhar
Quando me tens com desejo
Com a tua maneira de acarinhar
Por isso, mais te amo
Nesse amor silencioso
Nele eu tudo aposto
Eu sei sou pretensioso.


Eráclito Alírio

 



Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 22/11/2006
Código do texto: T297985
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 74 anos
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Eráclito Alírio da silveira