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POR ACASO...

Foi assim
E simplismente a mim
Que o mundo confessou
E o teu pecado, Eu sou

Foi pra mim
Que indiretamente
Toda a forma natural
Se fez presente

E não tem fim
É sequito sagrado
É rosto amargurado
E tanta alma afim

Sou simplesmente, Mandarim
Que roga à tua forma
Pra se modificar
E talvez por acaso, tentar me amar
O Guardião
Enviado por O Guardião em 23/11/2006
Reeditado em 15/04/2008
Código do texto: T298865
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Sobre o autor
O Guardião
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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