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Calúnia

Calúnia!

Disseram que não te amava mais,
que não mais te queria,
nem na minha cama, nem na minha vida!
Calúnia!

Te quero,
Hoje, amanhá, sempre.
Em qualquer lugar,
tecerei nosso cantinho!..
No topo das árvores,
nas colinas imensas,
na pequenina choupana,
onde fizemos amor pela primeira vez!..

Tão doce, tão selvagem!..
As folhas caíram das árvores,
quando gememos de amor!
Os pássaros espantados cochicharam:
" O que estará acontecendo?"
Nada, disse o beija-flor.
Estão amando, em seu leito de espumas flutuantes,
onde carregam consigo
o bem do amor,pois o mal,
deixaram pra trás!..

Fiquemos quietos,
não se corta um Amor.
Quando saírem, teremos compreendido
o que é amar um bem de amor.

Eda Carneiro da Rocha
" Poeta Amor"
www.albumpoeticoeda.com.br
Poeta Amor
Enviado por Poeta Amor em 01/07/2005
Código do texto: T30045

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Sobre a autora
Poeta Amor
Araruama - Rio de Janeiro - Brasil, 81 anos
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