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Nuvens

Não quebres o vidro dos meus olhos
com as pedras das palavras,
uma sílaba aguda possui gume de punhal...
Nem condenes a poesia com a sentença do silêncio
que a dor da indiferença deixa nuvens no olhar.

O poema é uma lâmina de luz
que vem da alma,
qualquer sombra o perturba
no momento de luzir.
Por ser frágil lamparina
necessita eterno zelo,
mesmo a brisa é fatal
no instante de brilhar.

Toda vez que não me encantas
com a magia de um sorriso,
silencia o que em mim canta,
morre um verso sem nascer.

Vaine Darde
Enviado por Vaine Darde em 30/11/2006
Reeditado em 30/11/2006
Código do texto: T306096

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Sobre o autor
Vaine Darde
Capão da Canoa - Rio Grande do Sul - Brasil
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Vaine Darde