Volta
Eu não tenho coragem para dizer adeus
A tua lembrança
Impregnada em mim.
Eu não tenho coragem de abandonar
Esta paixão frustrada e triste e abraçar o vazio
Completamente.
Eu não tenho força para rasgar a fotografia
Tão próxima destas mãos que escrevem.
Esta dor me fez covarde e fraca.
Por onde andas assim distante do meu peito,
Das minhas mãos?
Guardado sob quais muralhas
Para que eu não o possa tocar?
Volta, pelo amor de Deus!
Volta pra mim...
Volta para o aconchego do meu peito...
Volta e sacia a minha alma
Sedenta do teu carinho.
Volta e não permita que eu morra
Envergonhada das minhas ilusões.
Stephane Loureiro
(23/09/2008, 19:56pm)
*Do livro "Poemas a um Violinista Ausente".
Stephane Loureiro
Enviado por Stephane Loureiro em 28/01/2012
Código do texto: T3466056
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