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Poema 0371 - Minhas razões de amor


 
Não preciso fazer amor debruçado na saudade,
nem quando a noite me abraça no escuro,
sou a incerteza que abriga minh'alma,
quando fiquei só, mais uma vez tentei gritar,
nenhuma amante ouviu, nenhum som saiu da garganta,
dou voltas em minha vida e nada vejo, nada sinto.
 
Estou ausente das minhas lembranças,
dependia de uma ou outra estrela para brilhar,
o amor despiu-me da ternura de antes,
tenho razões para ir e não sonhar, nunca mais,
confesso que meus gestos não me obedecem,
ainda espero amor, qualquer uma que me queira.
 
Reclamo a posse da minha paixão,
quero minha vida de volta e também o pensamento,
recuso por algum tempo falar de amor,
ficarei em silêncio por detrás de velhas paredes,
como estive na carne do teu corpo que me abrigou,
não longe, sonharei, novamente apaixonarei.
 
Tenho muitos sentimentos que não me pertencem,
imaginas que quão longe está o amor
e quão próximo está este corpo que me abraçou.
Quero esquecer algumas paixões que se foram,
alguns segredos que confessei à beira da cama,
por ti perderia a razão, novamente perderei, com certeza!
 
22/07/2005
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 22/07/2005
Código do texto: T36663
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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