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Lagrimas.

É tão estranho,
E dizem que homem não chora,
Eu acho que não sou homem então,
Todos os dias eu choro a falta que você faz,
O teu sorriso, o teu olhar, teus cabelos, o teu cheiro,
Eu choro a falta do teu abraço,
Que falta me fazem os teus braços,
São tantas lagrimas,
Meu amor, tudo o que eu queria era te salvar,
Voltar e te perdoar, te perder foi tão duro,
Desculpa se fui rude, eu apenas não sabia,
Eu sou homem o bastante pra me ajoelhar e te pedir desculpas,
Mais homem não chora,
E eu choro tanto a falta que você faz,
Queria te proteger, me salva?
Me perdoa, eu queria dizer que te amava e não pude,
Me desesperei, fui rude,
Que falta você me faz,
Eu paro o tempo e volto atrás,
Naquele exato momento em que num fui capaz,
Eu digo que te amo, e então choro,
Como dói, as lembranças, a fraqueza,
Fico tão triste, o gosto salgado das lagrimas,
As lembranças são tão doces, e sei que você sempre soube,
Que eu te amo, mas mesmo assim, quem dera poder dizer uma única vez,
Mas você foi embora, eu aqui sem você,
E todos sabem que quem morreu foi eu,
A sua lembrança esta espalhada por cada canto que você passou,
Cada sorriso que você deixou, do teu perfume, do teu cheiro de rosas,
Já eu nem lembro quem sou, eu fico chorando a sua falta,
Me perdendo, sofrendo, quem morreu foi eu,
“ mas esse meu rosto vermelho e molhado, são só dos olhos pra fora, tudo mundo sabe, homem não chora, não chora não”.
Leo Magno Mauricio
Enviado por Leo Magno Mauricio em 26/07/2005
Código do texto: T37775
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Sobre o autor
Leo Magno Mauricio
Guarulhos - São Paulo - Brasil
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Leo Magno Mauricio