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Mulher Noturna

Eu queria dizer que te quero “mulher noturna” que trabalhando cumpre só uma sina. Eu queria dizer que te quero, mas falta coragem para levar minha imagem a quebrar tabu tão antigo e jogar-me na imensidão de teu mar. Eu queria viver esse amor, mas os puros contra mim gritariam horrores e me excluiriam de suas agendas. Eu queria beijar teus lábios inatos e num espelho reluzente, de repente, ser teu bálsamo.

Sob a luz fosforescente na boate azul ou no barzinho da esquina tu não passas de adolescente que resplandece a vida à boemia, ao poeta que te idolatra e te cria e voa no som melancólico do teu mosteiro de cena. Gaivota serena, grande ou pequena, amor de momentos mil, “Mulher Noturna” do meu Brasil.

Teus olhos vêm o mesmo que vê os meus, meu sorriso se alegra com o beijo teu, meu êxtase fica louco, alucinado por esse amor bandido que nos teus braços um dia quase se perdeu, te amou e sentiu-se amado por vão momento. É duro o teu trabalho, mas digno qual o meu que fala até de momento que talvez não viveu.

Sigamos em frente, assim é a vida da “Mulher Noturna” na visão desse plebeu.
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 01/08/2005
Reeditado em 09/08/2005
Código do texto: T39455
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso