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A DISTÂNCIA DO AMOR

A DISTÂNCIA DO AMOR
PARECE ETERNA
OS NOSSOS MOMENTOS FORAM SEGUNDOS
QUANDO ESTAMOS LONGE SÃO SÉCULOS DE SAUDADE
NOSSAS IDADES PARECEM
CRIANÇAS DO PRIMEIRO AMOR
OS BANCOS
DA PRAÇA
DA IGREJA
DA COZINHA
ESTÃO VAZIOS
VEJO VOCÊ E VOCÊ EM MIM
NOSSOS AMORES
NOSSOS BEIJOS
ONDE ANDA VOCÊ AGORA?
DIGA MEU JESUS CRISTO
ONDE ANDA VOCÊ?
O CELULAR AINDA NÃO TOCOU
NADA MUDOU EM MIM
DÓI ESSE PEITO
DE SAUDADES E DE PAIXÃO
MEU CORAÇÃO NÃO AGÜENTA MAIS
VIVER LONGE
COMO VOU VIVER ASSIM
NÃO SEI ONDE ANDA VOCÊ
SE SENTIU FRIO OU CALOR
SE CHOROU OU SORRIU
SE GRITOU OU CALOU
PORQUÊ, MEUS DEUS?
SE REZO TODOS OS DIAS
PARA NÃO PERDER ESSE AMOR
NÃO CONSIGO A TER
QUEM SABE NASCI PARA SOFRER
CARREGAR A SUA CRUZ PESADA TAMBÉM
PARA SABER AMAR
SE AMEI TANTO
DE TANTOS AMORES QUE TIVE
NADA PUDE SEGURA-LOS
PORQUÊ?
ESSE AMOR ESTÁ TÃO LONGE
TÃO DISTANTE
QUE NÃO CONSIGO ESQUECER POR
UM INSTANTE


Milton Nunes Fillho
Enviado por Milton Nunes Fillho em 10/08/2005
Reeditado em 12/09/2005
Código do texto: T41732
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Milton Nunes Fillho
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 55 anos
1141 textos (460272 leituras)
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Milton Nunes Fillho