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INCÓGNITA

Pode passar o tempo: cem, mil anos,
jamais vou entender-te caro "amigo".
Quantos prazeres, quantos desenganos
proporcionaste-me e morrerão comigo!

Um dia me coloca nas alturas
com palavras, elogios formidáveis!
Aqueles versos cheios de ternuras,
lias com emoção e prazer inexplicáveis

serás para mim sempre uma incógnita,
eu, continuarei aquela hipócrita
fingindo acreditar naquilo que fingias...

não mudarás nunca meu "amigo,
e jamais conseguirei brigar contigo,
continuarás autor das minhas fantasias...
dezinha
Enviado por dezinha em 03/09/2005
Código do texto: T47420
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Sobre a autora
dezinha
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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