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A “madrugada” que me acolheu

Dos pensamentos inexistentes
Os sonhos perdidos
Às palavras um açoite
Doces olhos sofridos.

Reflete na pele vil
Assenta crente em minha mão
Força e chega à carne
Arranca assim uma emoção.

Ainda choras nesta noite
Como alma perdida
Me mostra sua lágrima
Faz-me doce assim concebida.

Nasceu em conforme
Orando em meu altar
Acende num beijo
Neste terno aconchegar.

O sol me espera
Esperança ainda vive
Felicidade à sua luz
Na noite em que sozinho estive.
Vanderlei
Enviado por Vanderlei em 23/09/2005
Código do texto: T53293
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Sobre o autor
Vanderlei
Espírito Santo do Pinhal - São Paulo - Brasil, 46 anos
83 textos (5353 leituras)
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