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DISTANTE

DISTANTE

Tinha a esperança
quando nascia o sol,
que viesses trazida pela luz.
A esperança se renovava
quando voltava a lua,
mas também nunca estavas com ela.
O vento passou
sem que seu sopro te trouxesse.
nenhum passarinho me contou.
Todas as ondas do mar vieram para a areia,
mas nenhuma delas te acompanhava.
Horas a fio,
invejava os ponteiros do relógio
que a cada uma delas se encontravam.
A esperança que ficasses
ia embora quando o sonho se acabava.
Tanto sofrimento, enfim, não guardava sentido,
virias com o tempo, era só esperar.
Mario Rezende
Enviado por Mario Rezende em 26/09/2005
Código do texto: T54007

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Sobre o autor
Mario Rezende
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Mario Rezende