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Apaixonei-me

Na primeira manhã em que te vi
Apaixonei-me por tua beleza
Teu doce sorriso me alegrara
Ai como era grande tua pureza
Hipnotizado por teus olhos de juçara
Imaginava como era apressado
Amar somente tua aparência
Segurei, então, o coração apertado
Intimidado por sua inocência.

Na segunda manhã em que te vi
Apaixonei-me por tua arte
Um desenho sinistro e medonho
Mas estranho seria armar-te
Por u,a obra que lembra-me um sonho
Segurei o já exaltado coração
Para que este seu amor não declarasse
E já com ele a minha mão
Difícil foi fazer com que parasse.
 
Na terceira manhã em que te vi
Apaixonei-me por ti inteira
Já não era somente por qualidades
Mas era já por tua maneira
De me fazer sorrir diante a verdades
Que outrora me metera medo
Porém o que me faltou foi coragem
E naquela manhã, bem cedo
Não lhe disse nenhuma bobagem.
 
Na última manhã em que te vi
Já era tarde demais para te falar
Tudo aquilo que eu sentia
E tardei demais para confessar
E com outro te deixei sozinha
Agora me arrependo profundamente
No escuro eu sussurro
O teu nome lentamente
Então me consolo e durmo
BOI (Luciano Alencar)
Enviado por BOI (Luciano Alencar) em 26/09/2005
Reeditado em 01/04/2006
Código do texto: T54088
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BOI (Luciano Alencar)
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 29 anos
246 textos (25427 leituras)
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BOI (Luciano Alencar)