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Distâncias preditas

Você foi o meu primeiro amor
Tinha até odor
Que deixou marcas
Perdidas em meu estojo de solidão

Não me importo se as horas eram compassadas
Se as mágoas asfaltaram estradas
Por onde encontro o caminho que me escolheu
Encruzilhado nas certezas por mim desconhecidas

Sendo eu mesmo comparsa a me escoltar nessa lida
Não descanso uma só noite meus olhos do teu olhar
É como o mar vigiado pelo farol de meu recolhimento
Um tanto de querer, que a cada sol permanece rebento

Agora vou dormir
Já me despertei o suficiente como o demente que a lua quer lustrar
Como se o brilho a rastejar na superfície do mar
mais intenso fulgura-se apenas para sua amada
leandro Soriano
Enviado por leandro Soriano em 04/10/2005
Reeditado em 17/11/2007
Código do texto: T56445
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Sobre o autor
leandro Soriano
Santos - São Paulo - Brasil, 59 anos
199 textos (8364 leituras)
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leandro Soriano