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Dois Mundos

Ele diz que leva uma vida normal
Que todo dia faz tudo sempre igual
E as pessoas estão muito ocupadas
Com suas contas, com seus planos,
Com suas ilusões desencontradas
Mas ele não precisa de mais ninguém
Pois quando está ao lado dela
Ele encontra sua paz tão desejada
E nada parece ter importância
Quando dois mundos distantes se encontram
E para isso não existem palavras

Ela diz que sonha com melhores dias
Que não quer apenas vãs alegrias
E as luzes estão sempre apagadas
Pelo seu caminho, pelos seus erros,
Pelas suas chances desperdiçadas
Mas ela não sente qualquer medo
Pois quando está ao lado dele
Ela encontra sua paz tão desejada
E nada parece ter importância
Quando dois mundos distantes se encontram
E para isso não existem palavras

Eles dizem que tudo poderá passar
Que não vão desistir sem antes tentar
E as coisas estão sempre desarranjadas
Pelo preconceito, pela injustiça,
Pela velha hipocrisia disfarçada
Mas eles não se importam com mais nada
Pois quando estão juntos
Eles encontram sua paz tão desejada
E tudo parece fazer sentido
Quando dois mundos distantes se encontram
E para isso não existem palavras
Paulo Antonio Barreto Junior
Enviado por Paulo Antonio Barreto Junior em 29/08/2007
Código do texto: T628677
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Sobre o autor
Paulo Antonio Barreto Junior
Salvador - Bahia - Brasil, 46 anos
417 textos (6218 leituras)
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