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amor 43

cada homem parece
por vezes estar só
costumes,crenças
ele espanta a natureza
das palavras humanas
da linguagem tão opulenta

as cobras da usina no mar
pequenos volumes de veneno
alheio a mulher mas bonita
da complexidade dos amores
não sabemos ajudar o coração
este é o sal da alta pressão
numa espécie de feiticio natural

o menino joga um pouco de sal
na beleza igualmente desumana
mostrada sob o ataque hostil
num verdadeiro parafuso sentimental
onde estará protegido meu coração
em pequenos baldes de sangue
em terra de qualquer legumes

vivendo pendurados em penhascos
em relação do homem com  a mulher
a exístencia reduzida em amores
seria tudo muito óbvio no casamento
na cabana o menino espanta os pássaros
daqueles caçadores de penas coloridas
nas copa das árvores deixa a luz do sol

apesar dos répteis no labirintos de águas
com assombrações sombrio de lua cheia
leva um sapo preso na sua costa
sorridente a questões amorosa
nas raízes enormes de sua paixão
que brota com seu desaparecimento
Edilley Possente
Enviado por Edilley Possente em 05/09/2007
Código do texto: T639393
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edilley Possente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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Edilley Possente