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Sem Sentido

A noite é fria e com ela toda sua solidão.
A brisa que bate aquece um coração só.
Tamanha é a desilusão
Os olhos negros da noite revelam sentimentos que muitas vezes esquecidos adormecem num dia de luz.
Algo se mexe como querendo revelar.
A comunhão com os astros acontece em perfeita simbiose
Quanto querer!
Quanto amar!
Ao longe a sintonia das águas serve de tema ao que não demora acontecer.
Os olhos negros da noite se deslumbram em amplidão.
Sintonizar-te?
Por que?
Se tenho a noite para me acompanhar onde quer que eu vá.
Tortuosos são aqueles que pensam que a noite é só boemia
Uma taça de vinho
O sabor ácido da fruta.
E tudo estará pronto quando se pôr a caminho.
Lágrimas rolam pela emoção que acompanha...
Saudável!
Natural!
E quando num rompante...
Num quase pulo etéreo te vejo passar....
Passar! Passar!
Num descompasso salto a passos largos.
Quero ser notado, necessito que me vejas.
Sou eu que quando quero te sinto no ar..
Sou eu que quando te sinto me enterneço a sonhar.
Sou eu ...
Simplesmente eu.
Eu!
                                                                         
Adolfo Carvalho
Enviado por Adolfo Carvalho em 12/09/2007
Reeditado em 27/09/2007
Código do texto: T649306

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Sobre o autor
Adolfo Carvalho
Feira de Santana - Bahia - Brasil, 48 anos
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Adolfo Carvalho