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Ah... Esses Amores!

Cada novo e abençoado amor,
Parece ser o derradeiro...
Aquele tal eterno,
Com o qual contamos desde o braço materno...

E como já dizia o poeta,
Todo o amor é eterno pelo tempo que dure...
Mas porque me sinto uma pateta
Cada vez que não consigo que perdure?...

O que será que buscamos
Em todos os parceiros que encontramos,
Enquanto o tempo se esvai
Gota a gota pela torneira da vida que cai?...

Tenho tentado entender o que acontece,
Mas parece que no amor o que prevalece,
Não é o quanto você se esmere,
Mas sim que nada dele espere...

Quanto mais o ansiamos...
Mas nos distanciamos...
Talvez ela seja um sentimento temperamental...
Ou até sobrenatural!

Só sei que todas às vezes que por esse sentimento sou invadida
Do mundo real me sinto banida...
Passo a fugir como bandida,
Temendo a próxima despedida...


LoucaporPoesia
Enviado por LoucaporPoesia em 14/09/2007
Código do texto: T651731

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Sobre a autora
LoucaporPoesia
Casimiro de Abreu - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
524 textos (105074 leituras)
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