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A ponte


Nova pena convém dizer em versos
E dar ao meu esguarnecido canto,
O cântico onde punem-se os perversos
No lodo, que banhava amargo pranto.

De almas na alvura, pelo val rotundo;
Que encantadora, vinha lacrimosa
Ao passo usado em procissões no mundo,
Inundando os sulcos, vinha amorosa...

Tive em gruta marmórea permanente
Estância, donde contemplava triste
Junto aos Alpes, na bela Itália existe
As estrelas, e asondas livremente.

Pelas costas surgindo o Sol nos vinha,
Seus véus rotos, co´o ventre desnudando
O dia, os círculos do alto monte.

Olhei-lhe logo, pela luz que tinha
Presa níveas plumas no arco da ponte
Por onde a cimo iremos caminhando...
Marquês Louback
Enviado por Marquês Louback em 18/09/2007
Código do texto: T658218
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Sobre o autor
Marquês Louback
Moji Mirim - São Paulo - Brasil, 33 anos
12 textos (242 leituras)
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Marquês Louback