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CONDOR

CONDOR

Não sejas aguerrido, viva!
Andas brigando até com o vento
Foste invadido pela porfia
Não aceitas teu sentimento

Compreendas não estás enfermo
Nem precisas de um lenitivo
Foste flechado pelo cupido
Entrega-te, dá-me um sorriso

Sede meu amante amigo
O homem que quero e preciso
Narciso é coisa de espelho
Vem cá, dá-me teus beijos.

Solta os nós, vem avança
Abraça-me com força
Digas que me quer e amas
Joga-me direto na cama

Sinta evoluir a paixão
Libera as asas do teu coração
E voa alto... alto!Glória e deleites
Condor a devorar-me sem limites!
Tânia Mara Camargo
Enviado por Tânia Mara Camargo em 19/09/2007
Código do texto: T659374
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Sobre a autora
Tânia Mara Camargo
Jundiaí - São Paulo - Brasil, 60 anos
508 textos (17572 leituras)
7 áudios (417 audições)
1 e-livros (32 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/10/17 17:00)
Tânia Mara Camargo