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PERGUNTA AO AMOR

Como queria, e como quero, sei porque,
uma palavra, mas bem direta, vinda de voce,
que me tocasse , diretamente o coração...
Seria pra mim, o final de todas as provas,
já que ela só dá indiretas em trovas,
e vive dizendo, que só escreve ficção...

Vivo sonhando...Mas como eu queria,
que não fosse, através da poesia,
que ela tivesse, a coragem de falar...
Que fosse franca e muito direta,
que me falasse, numa frase discreta
-Estou vivendo, para ti amar-

Mas acho que nunca vai me dizer,
parece que seu objetivo é meu sofrer,
e prefere só em suas quadras rimar...
Isso fere me como a lâmina de um sabre,
por que ela nunca, direto de abre,
deixando em trevas, noites de luar...

Se é que uma declaração mereço,
vou deixar aqui o meu endereço
e espero, que alguma coisa vá dizer...
Poetisa, diga, fale, ou me deleta,
mas não maltrate mais esse poeta,
que ate hoje, só soube te querer...

GIL DE OLIVE
Enviado por GIL DE OLIVE em 26/09/2007
Reeditado em 16/03/2010
Código do texto: T669507
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
GIL DE OLIVE
Campos do Jordão - São Paulo - Brasil
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