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MOMENTO

Sereno da noite, companheiro e amigo,
que adormecidas plantas umedece,
sereno constante e tão presente.
Esquálida rua solitária e fria,
senda silenciosa de um amor errante,
que caminha a ermo, descontente.
Madrugada cálida e renitente,
senhora de tantos silêncios,
cúmplice deste coração triste.
Oh! noite em que vago sem destino,
carente solitário e sem carinho,
testemunha de um amor peregrino.
A névoa que é teu véu me encobre,
bicho carente, eu queria um colo,
e esse meu sono que não vem...

* Esta poesia está no livro "Paixão&Poesia" a ser lançado brevemente com poesias românticas. Visite o blog http://paixaoepoesia.zip.net com poesias do referido livro.
Valdir Barreto Ramos
Enviado por Valdir Barreto Ramos em 27/09/2007
Código do texto: T671527
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Valdir Barreto Ramos
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 62 anos
1016 textos (240660 leituras)
5 e-livros (3801 leituras)
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Valdir Barreto Ramos

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