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"Loukinha"

Ela amava tanto seu homem,

Que às vezes fazia loukuras

Perdia a cabeça,

Via fantasmas, tirava conclusões absurdas!

Dizia Adeus! Definitivos,

De menos de meia hora...

Usava e abusava de personagens,

Dizia besteiras, e até palavrões!

Passe bem! (melhor... Passe muito mal!).

Odeio-te! I hate you! A-ca-bou!

Deixa-me! Esquece-me! Não te amo mais!

Mas esperava ansiosa, por um chamado dele...

E se demorasse, ah...

Pensava em morrer, acabava-se em lágrimas!

Fazia drama, e todo tipo de chantagem...

(sempre dava certo)

Era mesmo muito louka!

Para que, tudo isso?

Se o procurava em cada rosto, em cada voz?

E ao não encontra-lo, mais louka ainda ficava!

“Bem chata essa loukinha!”, deviam pensar,

Os que tentavam se aproximar...

Que nada!

Não era má, brava ou antipática!

Loukinha, SIM, e assumida!

Loukinha de amor e desejo...

Loukinha de saudade e ciúme...

E já feitas as pazes (outra vez?)

Derretia-se em olhares e promessas,

(ousadia pouca é bobagem!)

Para que tanta loukura?

Se não tem mais cura,

Não tem salvação...

Loukura seria não amar!

E perder a chance de ser...

“Loukamente Feliz!”





Carinhosa
Enviado por Carinhosa em 04/11/2005
Reeditado em 10/05/2013
Código do texto: T67260
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Carinhosa
Curitiba - Paraná - Brasil
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