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O FAROLEIRO


O faroleiro


Daquí se avistam os navios , a cidade.
As luzes confusas,pela distância e o nevoeiro!
Ouve-se o estrondar das ondas nessa imensidade,
ergástula tôrre de luz farta , sou um Faroleiro !

Embora haja tanta luz , o meu recôndito é escuro.
Quem me dera um convés,fosse eu um marinheiro,
por mares nunca navegados e um porto seguro !
Mas sou o vigia da tôrre , sou um Faroleiro !

Mas teu coração é náu ancorada que as cordas enleiam,
ao sabor das marés , cujo refluxo revela ;
odôres e as xêpas que nos mangues sobejam.
Se temes a brisa , que dirá da procela ! ! !


SBC-SP.
24/06/2004
José Alberto Lopes
Enviado por José Alberto Lopes em 04/11/2005
Código do texto: T67437
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Sobre o autor
José Alberto Lopes
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil
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