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Ainda que não tenha dado o livro

Ainda que não tenha dado o livro
Na dificuldade de ler em alemão
Sutil violento no contexto do mundo
Diluídas pelos prazeres da carne
Até aquele momento gritava
Por um orgasmo feminino
Miséria e violência deixada de lado
Embora a abordagem fosse sutil violento
Surge com a premissa de pensar baixinho
Nos moldes desta primeira penetração
Saldar parte de minha loucura bocal
Com lâmpadas fluorescentes em cabeça
Consegue enxergar meu prazer no sonho
Criando os canais da pressão física
Senti-me como um selvagem perdido
Filtradas pelas lágrimas e risos de prazer
Não vejo nada, vê sim, uma borboleta
No meio do seu coração batendo
Aprofunda em camadas de chocolate
Que mantenho seus seios em copo de água
Tudo passa a fazer sentido no seu olhar
Na sua generosidade com suas mãos
Para acariciar minha costa com dor
Do possível clima de amor afetivo
No mundo que quebra-cabeça amoroso
Quero mergulhar na minha dor de luto
Da mulher na capa do livro do mundo
Pequenas pegadas de uma borboleta
Que não tem um lar por amor das árvores
Livro que abre o coração do apaixonado

Edilley Possente
Enviado por Edilley Possente em 02/10/2007
Código do texto: T677402
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edilley Possente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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Edilley Possente