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As farsas que me permito
Só por te ver passar
Não são nada demais
Talvez desejo...De amar
 
Os sonhos que invento
Reinventando o mundo
Não fazem mal algum
Sono profundo
 
Controle, não tenho mais
Nem mesmo da palpitação
Que verte das minhas entranhas
   Inconcebível ao próprio coração
 
E é só por isso
Que ainda manipulo o tempo
Para invadir tua privacidade
E bruxo como Eu sou...Ti dar alento
O Guardião
Enviado por O Guardião em 04/10/2007
Reeditado em 13/02/2009
Código do texto: T680112
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Sobre o autor
O Guardião
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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