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COMO SE FOSSE O VENTO


Eu bem quisera; não ser eu nesse momento,
E sim, o sopro do vento.

Entrar pelo vão do seu vestido,
Contornar-te em todos os sentidos.

Buscar no teu corpo, prazer e vida,
Numa sensação desmedida.

Embrenhar-me nas ondas dos teus cabelos,
Arrepiar teus seios; enrijecê-los.

Sentir do seu cheiro o frescor,
Encantar-me ante o esplendor;

De uma mulher – menina,
Que me aquece – estremece – fascina.

Eu bem quisera; não sou o vento,
O que sou...? Misto de élan e tormento.

DELEY
Enviado por DELEY em 04/10/2007
Código do texto: T680983

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Sobre o autor
DELEY
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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