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CINZAS

Minha paz eu perdi
Iludida por minha própria insanidade
Há que se ver o que sofri
Ainda que em busca a tal felicidade
Rodei por caminhos
Bastante falsos
Incertos e, cheios de espinhos.

Em minha luta de pés descalços

Ardia num louco afã
Impressionada, apaixonada
Não havia o que me pusesse sã
Ainda, do desejo de por ti, ser amada.
Tendo por fim, só uma esperança vã...

Zaratustra, no entanto, ainda cala em mim:
¨Como se renovar, sem primeiro se tornar cinzas?¨*
Tal fiel discípula, devo então me queimar?...

***************************************

* Frase retirada da abertura do livro de Irvin D. Yalom
 Tradução de Ivo Korytowski
¨Quando Nietzsche chorou¨  - 27ª Edição.
Tânia Regina Voigt
Enviado por Tânia Regina Voigt em 07/10/2007
Reeditado em 11/04/2009
Código do texto: T684954

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Sobre a autora
Tânia Regina Voigt
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil
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Tânia Regina Voigt