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Espera


Mãos se digladiam
suadas e aflitas;
onde estás que não chegas?
De repente, sinto a tua presença
e enlouqueço.
Ah! tua alma sem vida...
busco-a dentro de mim,
na tentativa de balsamizar meu sofrimento
de amar-lhe a contento,
mas em profundo desalento.

Mãos se asserenam
na eterna espera
tão hipotética,
quanto o sentimento que carrego
nesta esperança que me desespera...
Eliane Santana
Enviado por Eliane Santana em 14/10/2007
Código do texto: T693616

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Sobre a autora
Eliane Santana
São Paulo - São Paulo - Brasil, 41 anos
69 textos (2859 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 16:09)
Eliane Santana