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sempre amei você

Num lugar sem o silêncio
Com as árvores ao vento
Passarinho cantando nas copas
Aonde eu pudesse contemplar as montanhas
O quanto eu amava minha flor

Despedi-me com um abraço
Ela me disse que amava viver
Ao nascer de um pequeno fruto
Era curioso sobre as orgias
Do espírito que dança fora do corpo

Simplicidade na flauta e violão
Era simples e bonito os caixo de seu cabelo
Sua peça intima á mostra sobre o sol
Ganhou meu olhar na doce flauta
Poderiam ficar curioso sobre sua calcinha

Tentei esconder minhas palavras
Na manhã quando o mundo parou
Com o sol, com a lua e as estrelas
Que a terra deixou o céu cair
Para eu viver este grande amor

No dia santo do nosso casamento
Vejo você dançar de cara feia
Tinha resolvido matar o dançarino
Que pulou nas suas costas com dor
Dançou sobre a morte da barata

Triunfou sobre nossas vidas
Não importa que você seja
Seja uma menina que toca flauta
No sangramento do meu coração invisível
A árvore que plantei no nosso jardim

Lá na montanha com o rio verde
Sempre vem na minha imaginação
Dos seus beijos que sempre amei
Você curou meu sofrimento agudo
Agora só tenho sua alma comigo

Meu silêncio na aldeia
Na doce caminhada sobre a montanha
Admirava seu jeito de viver
Sua coragem, seu amor, á solidão
Despedi-me dizendo sempre amei você

 
Edilley Possente
Enviado por Edilley Possente em 16/10/2007
Código do texto: T696188
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edilley Possente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 52 anos
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Edilley Possente