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Um amor de outras eras

Um amor à moda antiga


Naquele dia
Quando o sol raiar
De minha alma afectuosa,
Vivamente emocionada,
Fragmento de meu contentamento
Exacerbada por momentos,
Como que embebida em néctares,
Abundantemente enriquecidos
por sabores que sublimados
Enlevam o pensamento
Que alvorado em ânsia
Dilatando-se em extravasamento
Por seus enleios,
Por seu amor que é aguardado.
Por aquela fé que não definhou
Que se constrange em duração.
A sua ilusão será bafejada.
Porque seu amor voltou
De dentro do seu coração se dilatou.
Aquela perseverança que engrandeceu
E ao seu fiel amor se consagrou.
Qual Penélope que de seu Ulisses
Demora nunca enfraqueceu.
Cortejada, pretendida, bajulada
De seu porte nunca se arredou
Escarnecidos ficavam lisonjeadores
Enraivecidos em seus descréditos
Penélope se profetizava
Mas não se concedia
E dia a dia tecia
Pela noite desfazia
Ornado que nunca finalizava
Porque seu amor ela respeitava
Ela sabia que chegaria.
E segura o aguardaria


de tta.





Tetita
Enviado por Tetita em 25/10/2007
Código do texto: T709351

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Sobre a autora
Tetita
Setúbal - Setúbal - Portugal
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