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AMOR ARDENTE


Sentimento que vulnera
Que surge, que grita e clama
Que queima, que arde e venera
Que sempre embeleza e que ama.

É a efígie dos devaneios
Às vezes, uma fantasia
Que bate com melancolia
Às vezes, vem com alegria.

O amor dói, quando se destrói
O amor vai, quando se corrói
O amor vem, quando se constrói
E o amor bate e pulsa quando dói.

O amor canta entre os campos
Floresce o lábaro dos desejos
E faz do amor a flor nascente
Entre os corações candentes.



ERASMO SHALLKYTTON
Enviado por ERASMO SHALLKYTTON em 14/11/2005
Reeditado em 15/03/2013
Código do texto: T71550
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ERASMO SHALLKYTTON
Caxias - Maranhão - Brasil
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