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A SECURA DO LÁBIO

Sempre demoro a lembrar
      que meus defeitos escondem-se atras de muros baixos,
E que meus braços
      não são grandes o bastante pra envolver o mundo...
Sempre esqueço o tamanho das minhas poucas virtudes
A sensibilidade me deixa sempre à prova
E a prova disso são minhas provas de pouca calma...

Sempre imagino minha alma
      perdida em meus olhos famintos por perdão,
E que minhas falhas, alheias aos meus acertos,
Fazem-me imperfeito sábio,
A secura do lábio,
Nuvem, neblina, noite e sorte...

Sinto-me a morte singular da crítica
Sou a vítima dos meus erros vívidos
As ligações perdidas
As respostas rápidas

...calo...
André Gusmão
Enviado por André Gusmão em 01/11/2007
Código do texto: T718835

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Sobre o autor
André Gusmão
Portugal, 45 anos
211 textos (27211 leituras)
1 áudios (172 audições)
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André Gusmão