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Fênix

Eu tenho um amor que quase morreu
Que mata um pouco de mim a cada dia;
Esse amor sequer havia nascido e eu
Por pura incapacidade tive que fazê-lo agonizar

Hoje ele é apenas uma fagulha que se apaga
Apenas dentro de mim, se mantem essa chama ímpar
Que teima em agonizar em vez de se apagar
Que teima em dizer que é bela por ser silenciosa e sutil
Que teima em queimar minhas mãos que a apagam

Eu sei que esse amor é belo
Porém não há amor impar, sem par....
Estou o apagando silenciosamente
Até que uma última gota escora sobre minha face e o golpeie

Não serás um fênix que renascerá das cinzas
Amores ímpares, sem pares não podem existir
Por mais bonito que sejas és terminal....
Será melhor prá todos,
Amores impares; a essência dos pares impossíveis, incompletos

Amor ímpar! Agonize.... Ninguém quer te salvar
Agonize....
Zezin Novo
Enviado por Zezin Novo em 03/11/2007
Reeditado em 03/11/2007
Código do texto: T722370

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Sobre o autor
Zezin Novo
Araguaína - Tocantins - Brasil, 54 anos
9 textos (464 leituras)
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